Nos dias hodiernos, mais do que nunca, torna-se imprescindível ao cristão o conhecimento genuíno e racional da palavra de Deus. O Apóstolo Pedro nos aconselha a estarmos sempre preparados para respondermos com mansidão e temor a qualquer que nos pedir a razão da esperança que há em nós (1Pe। 3.15). Note que a palavra razão denota a faculdade de compreender as escrituras de maneira a distinguir o verdadeiro do falso, o bem do mal, etc., ou seja, o conhecimento da Palavra de Deus torna-nos sensatos.
Sabemos que o mundo está no maligno, mas nós somos de Deus, e como o profeta Oséias declara, devemos conhecer a Deus e prosseguir conhecendo-o, pois Seu caminho é perfeito, a Palavra do Senhor é provada, é um escudo para todos que nele confiam (Sl। 18.30). Agora, deve fazer parte da nossa vida, a busca contínua pelo saber, o sábio Salomão escreve que o coração daquele que é sábio instrui a sua boca e acrescenta doutrina aos seus lábios (Pv. 16.23). Tenhamos cuidado também com o relativismo moral; a Palavra lida com valores absolutos e inegociáveis: o que é pecado é sempre pecado.
A fonte da inspiração divina, a Bíblia Sagrada, é formada por preceitos que nos levam a abandonar o pecado e conduz-nos ao crescimento na fé, conhecimento de quão grandioso é o nosso Deus e digno de adoração e reverência. Portanto, que tenhamos consciência de receber a Palavra de Deus, guardá-la no coração (Sl. 119.11, Pv. 7.1), e praticá-la. Pois, quando o nosso coração ferve com palavras boas, com naturalidade há uma demonstração da vida de Deus em nós.


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